Esparta era totalmente voltada ao combate militar, portanto, logo que nascia uma criança ela seria avaliada pelo Conselho de Anciões e eles decidiam se iria continuar viva ou seria descartada.
O bebê tinha que ser 100% saudável, sem sinais de nascença ou deficiência física.
Educação militar
Aos 12 anos a criança era submetida a um teste de sobrevivência. Com 18 anos sua formação estava completa. Somente aos 30 anos um homem poderia ser considerado cidadão e poderia casar, votar e tomar decisões que impactassem a vida na cidade.
E as mulheres de Esparta?
As espartanas também recebiam uma educação voltada aos exercícios físicos e com boa alimentação, para poderem gerar filhos saudáveis. Como os homens iam para as guerras, a vida conjugal não era tão importante em Esparta. Sendo assim, as mulheres possuíam maior liberdade (para a época), pois iam para a escola onde aprendiam a governar uma cidade, pois era necessário na ausência dos homens que elas pudessem tomar conta da cidade.
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Resumo:
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Spartacus
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